FAQs

A lesão por pressão se desenvolve quando se tem uma compressão do tecido mole da pele entre uma proeminência óssea e uma superfície dura por um período prolongado de tempo.

O local mais frequente para o surgimento da lesão por pressão é a região sacra, calcâneo, nádegas, trocânteres, cotovelos e tronco.

Muitos fatores podem aumentar o risco para o desenvolvimento da lesão por pressão como:

  • imobilidade,
  • pressões prolongadas,
  • fricção,
  • traumatismos,
  • idade avançada,
  • desnutrição,
  • incontinência urinária e fecal,
  • infecção,
  • deficiência de vitamina,
  • pressão arterial,
  • umidade excessiva,
  • edema.

Há uma diversidade enorme de curativos especiais para o tratamento de feridas complexas. A definição dos curativos depende de muitas variáveis e do estágio em que a lesão se encontra.

Recomenda-se a avaliação da ferida pelo serviço especializado, quando poderá ser definida a melhor conduta para o tratamento.

Sim. Do contrário do que muita gente diz, na maioria dos casos de Lesão por Pressão é possível reverter a situação e proporcionar bem-estar a pessoa acometida pelo problema.

Para atingir a recuperação plena, no entanto, é preciso uma perfeita avaliação por um profissional especializado, a definição de uma conduta para o tratamento e o acompanhamento multidisciplinar do doente no que diz respeito à lesão e a outros aspectos da saúde da pessoa.

O primeiro passo é avaliar o Paciente. Isto pode ser feito ainda no Hospital, em casa ou no Ambulatório CENFE.

Na avaliação se define a Conduta para o tratamento do paciente e os recursos que serão necessários para o atendimento. A avaliação pode ser solicitada. Clique.

Essa sensação pode estar relacionada a posturas viciosas sobre a lesão antiga. Recomenda-se uma avaliação clínica para compreender o processo e identificar problemas no local da lesão antiga.

É necessário compreender se desenvolveu a lesão por pressão, quais doenças e como está o quadro atual da pessoa. Se tem doenças crônicas, se é acamado, se tem restrição de mobilidade, entre outras variáveis.

O mais importante é manter a pele sempre hidratada; manter a parte nutricional o melhor possível; de maneira a prevenir novas lesões. Para pessoas restritas a cama é recomendável mudar de posição de 2/2h, usando ainda produtos para prevenção nas áreas mais suscetíveis e um colchão apropriado.

O tempo de cicatrização depende de muitos fatores. Este processo de cicatrização pode levar em conta a localização da ferida, o estágio em que se encontra, o tamanho (comprimento, altura e profundidade), presença ou não de tecido de granulação e epitelização, a presença de complicações (abcessos, bacteremia, celulite), além de outros fatores.

O estado geral de saúde do paciente também interferirá no processo de cicatrização, como suporte nutricional, avaliação da dor, suporte psicológico. Outro ponto bastante importante é o cuidado com a ferida envolvendo a limpeza da lesão, a aplicação do curativo e o acompanhamento por um profissional de saúde especializado.

Sim. A principal contraindicação é deficiência da enzima Glicose-6-Fosfato Desidrogenase (G6PD), conhecida como favismo, em função do risco de hemólise.

Em casos de hipertireoidismo descompensado, diabetes mellitus descompensado, hipertensão arterial severa descompensada e anemia grave, é necessário que a estabilização clínica dessas situações seja realizada previamente à aplicação da Ozonioterapia.

Portanto, antes de iniciar qualquer tratamento de saúde é importante consultar um profissional de saúde habilitado para realizar a correta avaliação da patologia, a partir do que poderá estabelecer se o tratamento com Ozônio é a melhor indicação para o paciente.

Entre as formas de aplicação tópica do ozônio em feridas estão:

  • Água ozonizada
  • Sacos plásticos (também conhecidos com bags)
  • Óleo ozonizado
  • Aplicação de ozônio em baixa pressão por meio de campânulas (vaso de vidro)
  • Cateter de aplicação de ozônio
  • Balneoterapia (Hidroterapia)

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Entre as feridas que podem ser tratadas com Ozônio:

  • Lesões de Decúbito e Feridas pós-operatórias
  • Úlceras, Micoses e Herpes
  • Queimaduras superficiais
  • Fissuras Anais
  • Cicatrizes cirúrgicas (em caso de cicatrização primária ou secundária)
  • Pé Diabético
  • Feridas com Odor forte (controle do odor)
  • Feridas Infectadas

A definição do uso da Ozonioterapia é realizada pelo profissional de enfermagem ou médico. Antes de iniciar qualquer tratamento de saúde, inclusive a Ozonioterapia, é importante consultar um profissional de saúde habilitado para realizar a correta avaliação da patologia, a partir do que poderá estabelecer se o tratamento com o Gás Ozônio é a melhor indicação.

Consiste da administração terapêutica do Gás Ozônio na conduta clínica estabelecida para o tratamento da lesão da pessoa. A Ozonioterapia gera aumento da oxigenação tecidual e do metabolismo.

As concentrações e modo de aplicação do Ozônio, durante a terapia, variam de acordo com a afecção a ser tratada, já que a concentração de ozônio medicinal determina o efeito biológico e o modo de aplicação relaciona-se à sua ação no organismo.