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Cenfe está ampliando sua equipe de atendimento para todo o Brasil

Em 2020 o CENFE estará presente em todo o Brasil.

O Centro Clínico Especializado no Tratamento de Feridas e Cuidados com a Pele, CENFE acaba de lançar a Rede Experts, seguindo o seu planejamento estratégico para ampliar sua equipe assistencial e a abrangência de atendimento para o tratamento de feridas em todo o Brasil. “Em 2020 o CENFE estará presente em todo o Brasil”, informa o Coordenador de Negócios, Everaldo Araújo, que responde pelas estratégias de crescimento da empresa.

“Abrimos o processo seletivo para recrutar profissionais de saúde, em especial, enfermeiros para compor a nossa rede experts”, destaca Everaldo.

O CENFE está recrutando: enfermeiros, com ou sem especialização; técnicos de enfermagem, com ou sem especialização; fisioterapeutas; fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos e médicos, em todo o Brasil. Para participar basta o interessado acessar a página com as informações da rede, preencher o formulário de pré-seleção e aguardar a conclusão do processo.

Sobre a Rede Experts

Rede Experts compreende a equipe de profissionais de saúde que serão associados ao CENFE para a prestação de serviços relacionados ao tratamento qualificado de feridas e cuidados com a pele, em regime ambulatorial e/ou domiciliar, atuando em conjunto com o centro no atendimento e solução às demandas regionais.

Os profissionais de saúde que integrarem a rede tornar-se-ão colaboradores associados à empresa e contarão com amplo gerenciamento do atendimento, além de apoio e orientação técnica do Comitê Assistencial de Tratamento de Feridas e Cuidados Com a Pele (Contemple).

Segundo Everaldo, o CENFE instrumentalizará os profissionais associados para que foquem a atenção exclusivamente no tratamento, na evolução da lesão, enquanto a empresa cuida de todos os processos administrativos e técnicos que circundam os cuidados e a assistência.

“Tratar feridas é uma atividade multiprofissional, é diferente de fazer curativos. No CENFE não fazemos curativos, tratamos feridas e nossa rede experts está assentada neste mesmo posicionamento”, garante o Coordenador de Negócios.

A rede chega em um momento importante para a empresa, com o crescimento e consolidação de sua operação local. Atualmente o CENFE atua sob a orientação técnica de seu comitê interno, denominado CONTEMPLE (Comitê Assistencial de Tratamento de Feridas e Cuidados Com a Pele, que reune cinco membros, entre médicos e enfermeiros especialistas no tratamento de feridas, e é responsável por orientar a assertividade da conduta dos tratamentos e o controle dos indicadores de sucesso da evolução dos cuidados.

A maioria dos serviços atualmente realizados pela unidade clínica do CENFE serão também executados pelos profissionais associados, entre eles consultas, procedimentos de saúde, curativos especiais, curativos por pressão negativa, laserterapia e outros.

Todos os profissionais associados terão plena autonomia de atuação em suas praças e ampla interação com o comitê técnico da empresa para alinhamento das estratégias de cuidados. Já o gerenciamento das atividades administrativas serão executadas integralmente pela empresa, garantindo a excelência nas entregas dos cuidados da rede.

Mais informações estão disponíveis em https://cenfewc.com.br/rede-experts.

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A vantagem do ultrassom para a realização de punções venosas

Por Gabriella Collodetti | Proativa Comunicação

Um método muito utilizado na medicina moderna, e que facilita o levantamento de inúmeros diagnósticos utilizando eco, é gerado por meio de ondas ultrassônicas de alta frequência para visualizar estruturas internas do organismo – e ainda em tempo real! Entre as características desse exame, podemos citar:

– É, relativamente, barato;

– Está presente em diversas clínicas e hospitais;

– Não é invasivo e possui rápida execução;

– Realizado em tempo real;

– Não utiliza radiação.

Já sabe de quem estamos falando? Se não, vou te contar: essa é a ultrassonografia (ou, se preferir, ecografia). O exame é realizado por um transdutor para que imagens internas do corpo sejam formadas e, posteriormente, investigadas pelo médico.

Por meio da ultrassonografia, é possível determinar sexo, idade gestacional e desenvolvimento de um bebê; além de conseguir diagnosticar possíveis malformações e anomalias. Com o método, é possível avaliar, também, órgãos internos e apresentar possíveis doenças presentes no organismo.

Além das possibilidades apresentadas, a técnica vem sendo bastante utilizada com o auxílio do exame. Veja que interessante: através da orientação do ultrassom, é possível realizar o procedimento de acesso venoso central, que envolve a orientação das imagens em tempo real para orientar a inserção de uma agulha de baixo calibre na veia, sendo possível acessar os vasos sanguíneos que não são palpáveis nem observáveis a olho nu.

A técnica, comumente aplicada em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), está sendo empregada em todas as áreas hospitalares e na assistência domiciliar. As vantagens desse procedimento giram em torno da segurança oferecida ao paciente e, também, na capacidade de tornar o exame menos doloroso, já que a dor da punção será sentida apenas uma vez.

Deve-se priorizar o procedimento para as terapias prolongadas, pois, dessa forma, reduz-se danos e os agravos ao paciente. Outros casos em que esse método pode ser aplicado é quando o enfermeiro pretende inserir medicamentos por um longo período e, também, nos casos em que há repetição de doses.

Como é feito – Realizado no próprio quarto do paciente, o procedimento de acesso venoso central é guiado por ultrassom para a realização de punções. O cateter, uma vez colocado, propicia uma via segura para administração de medicamentos, transfusões sanguíneas e nutrientes, evitando a necessidade de punções venosas repetitivas, que causam grande desconforto aos pacientes.

Mais uma vantagem atrelada a essa medida é: o paciente não precisa ser deslocado do quarto e, além disso, dispensa preparo cirúrgico, como é o caso do jejum.

Gostou dessa curiosidade? Deixa um comentário!

Em caso de dúvidas, estamos à disposição! Não hesite em nos procurar, viu? Nossas portas estão sempre abertas para cuidar de você.

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Três dicas para cuidar da pele durante a época de seca

Por Gabriella Collodetti | Proativa Comunicação

Brasília não vê um pingo d’água há 114 dias. A população do Distrito Federal, além de lidar com o calor, ainda enfrenta uma forte seca proveniente do período típico da cidade – característica que, apesar de predominar a região, ainda causa problemas de saúde àqueles que não se cuidam de forma apropriada ao clima, o que pode prejudicar seriamente o organismo.

Para ficar atento ao problema, separamos cinco dicas para cuidar da pele, um dos órgãos mais afetados nessa época, durante o período de seca. Veja só:

  • Água

Para evitar problemas a longo prazo, é necessário aumentar a ingestão diária de água. A quantidade ideal para hidratar o corpo varia de pessoa para pessoa, levando em consideração idade, peso, intensidade das atividades físicas realizadas e até mesmo o quanto a pessoa é exposta ao calor.

Entretanto, fique atento: beber água demais é prejudicial à saúde, ou seja, nada de exageros! Quando consumido em grande proporção, o líquido pode proporcionar confusão mental e hiponatremia que, por sua vez, é marcada pela baixa concentração de sódio no sangue.

  • Cremes e óleos

Os cremes corporais são ótimos para a pele por proporcionarem a hidratação local. Durante os dias mais quentes, contudo, é normal que o corpo humano perca água através do suor, o que faz com que o produto perca a eficácia inicial. Uma dica para impedir, parcialmente, essa evaporação pelos poros é utilizar um óleo após o hidratante corporal. Esse produto é responsável por formar uma camada protetora que fortalece a pele por se juntar aos lipídios presentes no órgão.

O ressecamento, além de causar aspereza na pele, pode levar a descamações, aparecimento de irritações, dermatites e, em casos mais graves, infecções secundárias. A psoríase – doença formadora de escamas e manchas secas que causam coceira – e a dermatite atópica – inflamação cutânea – são comuns nesse período.

  • Alimentação leve

A alimentação é um dos principais fatores para aliviar a seca e as suas consequências no corpo. O consumo de comidas leves, frutas e verduras são ótimas opções para esse período.

Sucos e chás são ótimos aliados para manter a disposição e a hidratação ao longo das refeições dessas semanas enquanto as bebidas alcóolicas e os refrigerantes devem ser dispensados.

Dica extra: Evite também a exposição ao sol e ao ar condicionado, pois ambos fatores retiram a umidade do ar, o que provoca o ressecamento da pele. Portanto, a melhor opção para as próximas semanas é o umidificador, viu?

Fique atento: Quando a umidade relativa do ar atinge números menores que 30%, a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera a situação como de alerta. O ideal é que o percentual se mantenha entre 50 e 80. Na maioria das vezes, viroses, alergias, inflamações por bactérias, rinites e sinusites aparecem nessa época, quando o tempo está mais seco que o comum.

Cuide-se!

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Cicatrização: entenda o processo que é responsável pela regeneração cutânea

Por Gabriella Collodetti | Proativa Comunicação

A pele é conhecida por ser o maior órgão do corpo humano. Quando ocorre uma lesão na sua superfície, a tendência é que a cicatrização do local ferido ocorra, em média, entre 7 e 10 dias.

Esse processo de reparação é responsável por substituir o tecido lesionado por um novo, onde células especializadas são regeneradas. O tecido de granulação é formulado nesse período para que possa ocorrer a reconstrução local.

Curiosidade interessante: a cicatriz, proveniente da ausência da recuperação tecidual, aparece de uma regeneração que não foi perfeita. Quando a pessoa lesionada arranca a “casquinha” que dará espaço para a futura cicatriz, o organismo tem que realizar o processo de reparação novamente, o que atrasa a reconstrução da pele.

Etapas de cicatrização

Para dar espaço à reconstrução, o organismo faz um processo específico e natural para que não haja problemas a longo prazo. O corpo humano o divide em três etapas para que a cicatrização seja realizada, sendo elas:

Etapa inflamatória Com duração de 48 a 72 horas, essa etapa é conhecida por apresentar os sinais típicos de uma inflamação, sendo estes dor, calor e edema local. O processo inflamatório visa combater os agentes agressores para que o tecido cutâneo possa ser reparado.
 

 

Etapa proliferativa

 

 

É responsável pela reconstituição dos vasos sanguíneos e linfáticos. Em média dura entre 12 e 14 dias. Nesse período, também há produção de colágeno e migração celular. Para essa etapa, a cicatriz é conhecida pelo seu aspecto avermelhado.
 

 

Etapa de maturação

 

 

Conhecida também como etapa de remodelação, a maturação não possui uma duração específica. É por meio dela que há a reorganização do colágeno. Para esse período, a cicatriz tende a assumir uma cor semelhante ao restante da pele

 

Vale a pena ficar atento aos fatores que podem interferir nas etapas citadas acima. Fatores locais como infecção local, contaminação, lesões profundas e de difíceis reparação e até mesmo pressão sobre a cicatriz podem ser determinantes para prejudicarem a recuperação cutânea.

Fatores sistêmicos como idade, nutrição, doenças crônicas e medicamentos também podem retardar a cicatrização. Fique atento às recomendações do seu médico de confiança, viu?

Dicas de tratamento

O primeiro fato que as pessoas lesionadas devem ter em mente é que cada organismo possui a sua adaptação a métodos de tratamento. Após alinhamento com a equipe de saúde, é necessário conversar com o profissional sobre os aspectos da ferida – local, tamanho, profundidade, secreções, pus, sangue, dor e odor são informações fundamentais para determinar como será feito o tratamento para obter cicatrização.

Além disso, toda ferida precisa de remoção de impurezas, portanto, corpos estranhos, secreções e outros problemas com bactérias e micróbios devem ser retirados com produtos de limpeza apropriados e recomendados por enfermeiros de confiança.

Vale ressaltar que os tecidos sadios devem ser protegidos, isto é, o tecido morto e desvitalizado deve ser removido para evitar infecção. O ideal é consultar um profissional da área para o procedimento seja feito da maneira adequada. É importante ainda, neste período de lesão, evitar entrar em contato com potenciais alergênicos.

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Conheça quatro tipos de terapias especiais para o tratamento de feridas

Por Gabriella Collodetti | Proativa Comunicação

Você sabia que dentro do tratamento de feridas é possível encontrar diferentes tipos de estratégias para realizar a cicatrização cutânea de maneira rápida e efetiva? O avanço das tecnologias possibilitou um aumento considerável de curativos dentro do mercado de saúde, o que otimizou os resultados e, consequentemente, a qualidade de vida do paciente.

Entre as variedades de tratamentos, há os curativos especiais. Estes conseguem destaque por serem menos dolorosos e por, acima de tudo, promover mais conforto ao paciente. Além disso, as técnicas envolvidas nesse processo possibilitam uma redução nas trocas dos materiais utilizados. Interessante, não é?

O melhor de tudo é que há tanta opção que o paciente se sente confortável em encontrar métodos alternativos para o seu tratamento, desde que, claro, corresponda às necessidades da lesão.

Para entender um pouquinho mais sobre o assunto, separamos alguns curativos que são bastante conhecidos na área de Enfermagem. Quer saber mais? Então vamos lá!

  1. Terapia de laser

Conhecido também como laserterapia, Fototerapia ou Terapia de Fotobiomodulação, o método busca a reparação tecidual com aplicação de laser de baixa intensidade. O processo, além de tudo, é isento de dor e efeitos colaterais.

As feridas que se adequam a esse tipo de tratamento estão relacionadas, normalmente, a lesões contaminadas, necrosadas (dependendo da quantidade de tecido necrosado) e também àquelas que estão em qualquer fase do processo de cicatrização. As úlceras diabéticas e venosas também se adequam ao tratamento com laser por estimular a circulação, fato que é deficitário nessas comorbidades.

É importante frisar que esse método não possui energia capaz de causar danos à pele, o que é benéfico para o paciente.

De modo geral, a estratégia acelera a cicatrização da lesão ao mesmo tempo em que estimula a vascularização local. Com ação analgésica e bactericida, o tratamento não é tóxico e nem mesmo invasivo.

  1. Ácido Hialurônico

O Ácido Hialurônico é formado pelo ácido glucurônico e a N-acetilglicosamina. A junção de ambos contribui para a formação de colágeno e elastina, o que incentiva a regeneração cutânea e promove a hidratação profunda da pele.

A substância pode ser utilizada no tratamento de 14 problemas na pele, entre eles o pé diabético, linfagite bolhosa, herpes, queimadura de 1º e 2º graus, feridas diabéticas e também ictiose. As áreas com ressecção cirúrgica e feridas com formação de tecido de granulação também podem ser tratadas com o ácido.

O interessante por trás de todos os seus benefícios é o ácido possui a capacidade de atrair as moléculas de água para preservar a hidratação local. Além disso, ele também possui ação antisséptica e bactericida.

Entre outras características, podemos citar:

– Recuperação cutânea com rapidez e eficácia;

– Diminuição da dor local;

– Auto degrada o tecido necrótico;

– É classificado como cobertura não aderente, ou seja, não adere ao leito da ferida.

Ah, fique atento: o ácido é contraindicado no caso de feridas com secreções purulentas, viu?

  1. Curativo Hidrocelular e Hidropolímero

Esse tipo de curativo é composto, geralmente, por três camadas sobrepostas, onde a primeira trata-se de uma espuma hidrocelular capaz de absorver fluídos. As outras duas partes do material evitam a agressão aos tecidos no momento da remoção. É indicado para feridas exsudativas que estão em fase de cicatrização, feridas superficiais e com cavidade.

Apesar de serem benéficos para lesões com maiores índices de saída de líquidos, os curativos hidrocelular e hidropolímero possuem algumas limitações, sendo elas:

– Não indicado para feridas infectadas – há curativos com prata que são indicados para lesões infectadas -, com necrose e grande quantidade de exsudato;

– Queimaduras de segundo e terceiro grau;

– Feridas secas.

  1. Curativo com Nitrato de Cério

Com efeito anti-inflamatório e antibacteriano, o nitrato de cério auxilia na redução do tempo de internação dos pacientes lesionados.

Esse tipo de curativo é indicado no caso de queimaduras, úlceras (de perna e por pressão), feridas geradas por pé diabético e feridas traumáticas e cirúrgicas.

Por ser capaz de diminuir a colonização bacteriana, o nitrato de cério auxilia no tratamento de feridas onde há risco de infecção. A apresentação do material pode estar acompanhada de colágeno e com alginato de cálcio, cujo intuito é preservar a umidade do leito da ferida.

Atenção: É importante que você saiba que essas informações não são suficientes para iniciar um tratamento. É necessário a avaliação da lesão e do doente por um profissional.

Não realize auto tratamento. Antes de usar qualquer tipo de curativo, consulte um médico ou enfermeiro dermatologista ou estomaterapeuta, afinal, o uso de curativos deve ser feito sempre sob a supervisão de um profissional

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Diabetes e os seus diferentes tipos de problemas

Por Gabriella Collodetti | Proativa Comunicação

De acordo com o Calendário da Saúde, publicado pelo site oficial do Ministério da Saúde, comemora-se no dia 27 de junho o Dia Internacional do Diabético. A data comemorativa nasceu com o intuito de promover a conscientização da sociedade acerca da doença e de suas formas de tratamento.

Hoje em dia, estima-se que 13 milhões de brasileiros, entre 20 e 79 anos, sofrem com a diabetes. Os dados foram divulgados pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e preocupam os médicos e a população por ser um assunto delicado e que exige muita atenção.

Mas, afinal, o que é diabetes mellitus? A doença metabólica é responsável pelo aumento anormal de açúcar no sangue. Apesar da glicose ser essencial como fonte de energia para o organismo, o seu excesso traz complicações para a saúde. A falta de tratamento traz diversos problemas, desde infarto do coração, cegueira até dificuldade de cicatrização de feridas.

Você sabia, por exemplo, que uma em cada quatro pessoas diabéticas pode adquirir problemas nos pés ao longo da vida? Àqueles que negligenciam cuidados preventivos principalmente!

A partir daí, surgiu uma expressão comum na área de saúde: o pé diabético. O termo compreende o conjunto de complicações nos pés ou nos membros inferiores, associado a normalidades neurológicas e doenças vasculares periféricas, incluindo lesões.

 

Doença silenciosa – Os sintomas do diabetes demoram, muitas vezes, a se manifestar. A doença é considerada até mesmo assintomática, isto é, não apresenta sintomas. Isso dificulta diversos tratamentos e pode, além de tudo, prejudicar o futuro tratamento.

Já é de conhecimento médico que o problema é influenciado geneticamente, todavia, não é uma doença exclusivamente genética. O sobrepeso, a alimentação rica em açúcar e gorduras e a ausência de atividade física potencializam a sua aparição.

É importante compreender que a forma mais comum da doença é o diabetes tipo 2 e corresponde a um grande percentual de casos no mundo. Entretanto, é possível encontrar o pré-diabetes e também o diabetes tipo 1 em diversas pessoas.

Vamos entender melhor?

Pré-diabetes Alteração no metabolismo capaz de evoluir para diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. Neste caso, os níveis de glicose no sangue já estão elevados, mas não o suficiente para classificá-la como tipo 2.
 

 

Diabetes tipo 1

 

 

 

O problema é, normalmente, diagnosticado em crianças, adolescentes e jovens adultos. O corpo da pessoa afetada confunde e ataca células saudáveis do organismo que ficam no pâncreas e são responsáveis pela produção da insulina. O tipo 1 da doença costuma está relacionado a fatores genéticos, entretanto, fatores externos podem desencadear o problema.
 

 

 

Diabetes tipo 2

 

 

Excesso crônico de açúcar no sangue que pode gerar infarto, perda de visão e outros problemas de saúde. Nesse caso, a causa da glicemia alta é ocasionada por existir uma resistência à insulina.
 

 Diabetes gestacional

 

 

Ocorre quando os hormônios produzidos pela placenta e outros fatores relacionados à gravidez aumentam a resistência das mulheres à insulina.

É importante frisar que só pode ser considerado diabetes gestacional se a mulher não tiver apresentado altos níveis de açúcar no sangue antes da gravidez.

 

Esteja atento à sede excessiva, urina em maior escala, fome além do normal, tontura, cansaço, perda de peso, visão embaçada e infecções nas regiões genitais. Esses sintomas costumam apontar que algo está errado no corpo e, possivelmente, indicam um caso de diabetes.

Mas, é claro, não dispense a consulta com um profissional qualificado para esclarecer dúvidas e apresentar um diagnóstico. E, acima de tudo, se cuide! Faça exames rotineiros para estar sempre com a saúde em dia.

Cenfe e o diabetes – Como contribuição a essa parcela da população atingida pelo diabetes, o Cenfe oferece a possibilidade de melhorar a sua qualidade de vida e evitar as complicações mais severas da doença, que inclui o pé diabético.

Visando esse fator, foi criado o Programa de Prevenção ao Pé Diabético com foco na promoção da saúde, buscando acompanhar e informar sobre riscos, agravos e lesões em pessoas diabéticas, bem como aumentar a compreensão acerca dos problemas associados à diabetes mellitus que podem ocasionar o Pé Diabético.

Para participar basta se inscrever no nosso próprio site.

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Feridas infectadas: o que saber sobre o assunto?

Por Gabriella Collodetti | Proativa Comunicação

As feridas, quando não cuidadas da forma adequada, tendem a ser propícias a sofrerem invasões de microrganismos patogênicos. Mas, o que isso significa? Em linhas gerais, os ferimentos que não recebem as devidas precauções são mais suscetíveis a serem infectados. Curioso, né?

Para entender melhor: a pele é conhecida por ser uma barreira natural do corpo humano. Basicamente, ela nos protege de agentes externos – no caso, bactérias – para que não tenhamos problemas de saúde. Quando há uma falha nessa barreira, os micróbios entram em contato com a superfície da lesão e, a partir disso, os tecidos “ficam” infectados.

Além de atrasar o processo de cicatrização da ferida, a infecção potencializa outros problemas, como a possibilidade de febre e piora da dor e do inchaço local. Para fugir dessa dor de cabeça, é importante reconhecer os principais tratamentos disponíveis para o cada tipo de ferimento. Além de tudo, é preciso analisar a profundidade da lesão e, com suporte médico, remover o tecido desvitalizado para que seja possível promover a proteção da pele saudável.

Os principais sintomas de uma lesão infectada são:

– Secreção amarelada ou com mau cheiro saindo da ferida;

– Agravamento da dor, vermelhidão e inchaço local;

– Mudanças no tamanho e na cor do ferimento;

– Em alguns casos, febre.

O tratamento dependerá, claro, do tipo do ferimento do paciente. É possível que o médico responsável passe medicamentos complementares ou antiinflamatórios para alivio da dor. O fato é: cada lesão possui um cuidado especial, portanto, é importante estar atento ao que é preciso para a cura e cicatrização do machucado infeccionado.

Dicas para cuidar das suas feridas

• Lavar as mãos antes e depois de entrar em contato com as feridas;
• Usar luvas para retirar curativos;
• Limpar a ferida com solução fisiológica a 0,9%;
• Utilizar coberturas que mantenham o ambiente favorável à cicatrização e que sejam recomendadas pelo médico;
• Proteger a região da pele ao redor da ferida.

Por fim, vale lembrar que é fundamental buscar auxílio profissional para que a ferida possa ser examinada e tratada. Vale a pena frisar que cada ferimento possui um tipo específico de tratamento. De todo modo, o que podemos tirar disso tudo é: não deixe de cuidar das suas lesões. Um ferimento simples pode se tornar complexo quando não tratado corretamente. Fique atento!

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Importância da antissepsia no cuidado da ferida

Por Victor Gabriel.

Qual a importância de se limpar as feridas?

A limpeza adequada é um dos cuidados mais cruciais no tratamento de feridas. Independentemente do tipo da lesão e do estágio em que se encontra, muitos estudos comprovam a eficiência da antissepsia (higienização) quando comparada à falta da limpeza.

Ao realizar uma limpeza adequada você:

  • reduz a presença de bactérias, vírus e outros agentes patológicos
  • preserva os tecidos da pele
  • favorece a cicatrização; e também
  • ajuda a minimizar eventual dor local

…ou seja, a correta antissepsia da ferida diminui o tempo de tratamento da lesão, impede seu agravamento em alguns casos e até pode reduzir gastos desnecessários com material médico.

“A correta antissepsia da ferida diminui o tempo de tratamento da lesão”.

 

Mas como faço essa limpeza?

Alguns estudos mostram que em casos menos graves, o uso de uma gaze estéril umedecida com soro fisiológico a 0,9% é suficiente para a limpeza da ferida, porém não substitui a avaliação de um profissional. O soro fisiológico é uma solução fácil de ser encontrada em drogarias e farmácias populares.

Para realizar uma limpeza adequada do local lesionado tem de se levar em conta alguns fatores, entre os quais:

  • O tamanho da lesão e sua a profundidade.
  • O tipo da lesão (por exemplo: queimaduras, lesão por pressão, pé diabético, úlcera venosa, feridas cirúrgicas, pós-operatório, etc… .)
  • Observar o sentido de fricção da gaze umedecida durante a limpeza. Deve-se friccionar em sentido único: da parte menos contaminada para a mais contaminada. Caso você não consiga determinar se o local está ou não infeccionado busque orientação de um profissional de saúde (enfermeiro ou médico).

Mesmo realizando a limpeza é imprescindível procurar um profissional de saúde. O enfermeiro ou médico avaliará o local lesionado e indicará a forma mais apropriada de tratamento, além de orientar sobre o manuseio da limpeza local.

 

E em casos mais graves o que fazer?

Embora o soro fisiológico (SF 0,9%) responda bem a higienização de lesões, outras soluções podem ser utilizadas complementarmente para eliminar ou diminuir a proliferação das bactérias, como é o caso da Polihexanida (polihexametileno-biguanida), mais conhecida como PHMB.

Benefícios do PHMB:

  • Não irrita a pele
  • Não desidrata a ferida
  • Não dói ao ser aplicado
  • Mais econômico a médio e longo prazo
  • Favorece o processo de cicatrização
  • Apresenta agentes antimicrobianos
  • Entre outros.

 

(Para mais informações sobre o PHMB clique aqui).

A PHMB vem sendo cada vez mais utilizado e recomendado pelos profissionais da saúde. Estudos mostram que ele apresenta resultados significativamente melhores quando comparado à outras soluções, estando entre a melhor relação custo benefício.

Vale ressaltar que somente a limpeza da ferida não substitui a avaliação e tratamento por profissionais especializados.

* * *

Fontes

  • ATIYEH, B. S.; DIBO, S. A.; HAYEK, S. N. (2009) Wound cleansing, topical antiseptics and wound healing.  International Wound Journal. Vol.6, nº6  420-429. ISSN: 1742-4801. (acessado em 14/05/19).
  • CRAIG, Jean V.; Smyth, Rosalind L. (2004)  Prática Baseada na Evidência. Manual para Enfermeiros. Loures: Lusociência. ISBN: 972-8383-61-4. (acessado em 14/05/19).
  • DUQUE, Helena Paula [et al] (2009)  Úlceras de Pressão – Uma abordagem estratégica. Coimbra: Edições Formasau – Formação e Saúde. ISBN: 978-972-8485-98-6. (acessado em 14/05/19).
  • Mehl AA, Mensor LL, Bastos DF, Pepe C, Brunelli MJ. (2013) Custo-efetividade da solução de polihexametilbiguanida e betaína (Prontosan®) versus solução fisiológica para limpeza de feridas crônicas sob a perspectiva do Sistema de Saúde Suplementar do Brasil. Jornal brasileiro de economia da saúde. (acessado em 14/05/19).
  • Santos,Michelle,Caroline. Efetividade do polihexametileno-biguanida (PHMB) na redução do biofilme em feridas crônicas: revisão sistemática / Michelle Caroline Santos – Curitiba, 2018. (acessado em 14/05/19).
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Queimaduras em Crianças – saiba como preveni-las

Por Victor Gabriel.

Ver um filho machucado está entre as principais preocupações dos pais.

Quem tem filho por volta dos 2 anos tem nas mãos uma tarefa ainda mais árdua, pois esta é a idade em que os “pequenos” começam a andar e acabam subindo e se segurando em tudo, e, na maioria das vezes, é aí que mora o perigo das queimaduras, além de outros tipos de lesões e traumas.

Para se ter uma ideia do quanto a ocorrência de queimaduras é comum entre crianças, um estudo de 2012, intitulado “Queimaduras em crianças e adolescentes: caracterização clínica e epidemiológica*, estimou que as queimaduras acidentais seriam a quarta maior causa de mortes infantis no Brasil. Mas o que fazer para evitá-las?

 

Primeiramente, por que isso acontece?

A criança é curiosa por natureza, ainda mais na faixa etária de 2 a 6 anos. Por desconhecer os riscos associados aos acidentes domésticos acaba se colocando em situações de perigo, situações em que na maioria das vezes poderiam ser evitados se houvesse o acompanhamento necessário.

O maior vilão no caso das queimaduras é o descuido dos pais. Em geral devido à pressa ou por desconhecimento das causas acabam se descuidando, deixando de atentar para os gatilhos aos quais as crianças estão expostas e que podem levar à lesão.

 

O que faço para evitar as queimaduras?

A melhor arma contra acidentes é a prevenção, algumas atitudes podem te fazer evitá-las:

  • Não deixar panelas com os cabos do lado de fora ao cozinhar;
  • Não deixar algo que a criança possa usar como apoio para subir do lado do fogão;
  • Não deixar a panela no canto da pia quando for fazer aquele cafezinho;
  • Não deixar o ferro de passar sem apoio quando estiver passando a roupa;
  • Não deixar a criança brincar perto do forno quando estiver assando algum prato;
  • Não usar forros de mesa se a criança estiver aprendendo a andar, pois ela pode se apoiar e derrubar algo quente em cima dela;
  • Não deixar produtos inflamáveis ou corrosivos ao alcance das crianças;
  • Tomar cuidado ao se deslocar com algo quente nas mãos para não derrubar na criança;
  • Ensinar a criança sobre os riscos dos objetos da casa;
  • Entre outras.

Ao obedecer tais atitudes é possível reduzir as chances de um acidente com criança. Ainda assim, é importante que os pais sempre estejam próximos e atentos aos filhos, durante atividades, banhos, monitorando constantemente o local onde a criança está.

O meu filho se queimou, o que faço agora?

Saiba o que fazer nestes casos:

  • A primeira coisa a se fazer é manter a calma e colocar a parte queimada embaixo de água corrente. Além de evitar a dor, a água age evitando que o calor passe para áreas vizinhas e piore ainda mais a área lesionada.
  • Avalie a intensidade da queimadura, se estiver somente com vermelhidão e sem bolhas (1º grau) o uso de pomada para assaduras deve aliviar.
  • Se houver o aparecimento de bolhas (2º grau), procure imediatamente um serviço médico especializado ou pronto socorro e não estoure as bolhas. As bolhas preservam a umidade do local ferido e não exposto.
  • Nunca utilize métodos caseiros, tais como: uso de creme dental, margarina ou quaisquer outros produtos sem eficácia comprovada cientificamente.

 * * *

 

Fontes:
Fernandes, F. M. et al. Queimaduras em crianças e adolescentes: caracterização clínica e epidemiológica, Porto Alegre: Revista Gaúcha de Enfermagem, 2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-14472012000400017>

Lucena, E.V. Figueiredo, T. Queimadura na infância: uma abordagem acerca das implicações para a saúde e qualidade de vida, João Pessoa: Temas em Saúde, 2017. Disponível em: <http://temasemsaude.com/wp-content/uploads/2017/05/17114.pdf>

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Atendimento médico domiciliar potencializa recuperação de pacientes

Alternativa é utilizada para casos em que os enfermos não conseguem sair do leito – ou da própria residência – para receber tratamento

O atendimento domiciliar tem sido uma alternativa para realização de diversos tipos de tratamentos. A escolha é benéfica para a saúde devido a integração da equipe interdiscilplinar com a familiar, o que favorece a melhoria de quem necessita de suporte emocional e clínico. Na maior parte dos casos, os cuidados em casa potencializam a recuperação do enfermo por trazerem conforto e bem-estar.

Para o tratamento de feridas, essa prática já é possível no DF. Incentivada pela oportunidade de aprimoramento, o Centro Especializado no Tratamento de Feridas (CENFE), especializado no assunto, realiza procedimentos na própria moradia dos seus pacientes há dois anos. Dentre os serviços oferecidos, pode-se citar os cuidados de lesões por pressão; curativos com coberturas primárias e secundárias; terapia de fotobiomodulação e fotodinâmica e também curativo à vácuo.

“O Cenfe iniciou sua atuação oferecendo apenas atendimento domiciliar. Hoje em dia, já oferecemos suporte também no âmbito ambulatorial”, conta Mirian Caires, coordenadora de Enfermagem do centro.

A especialista explica que, do ponto de vista terapêutico, não há diferença de tratamento quando o atendimento é em domicílio ou no ambulatório. O que influencia a decisão de contratação de cada serviço é, na verdade, a condição do paciente.

“Pacientes que estão acamados, ou seja, restritos ao leito, possuem dificuldades de locomoção. Nós não podemos deixá-los sem os cuidados apropriados, por isso realizamos esse serviço”, explica.

De acordo com o Ministério da Saúde, o carinho e a atenção familiar são assistências importantes para o tratamento de doenças. No caso das feridas não há diferença: a integração do familiar auxilia a recuperação do paciente e deixa o ambiente mais afetivo.

Além disso, tratamentos domiciliares têm reduzido os riscos de contaminação e infecção, visto que hospitais possuem uma taxa significativa de pacientes com diversos tipos de sintomas e doenças

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