Facilidades e Dificuldades à Autonomia de Enfermeiros no Cuidado de Pessoas com Feridas

Facilidades e Dificuldades à Autonomia Profissional de Enfermeiros no Cuidado de Pessoas com Feridas: Estudo de Representações Sociais. Pesquisa.

A autonomia profissional pressupõe independências moral e intelectual para usufruir da capacidade de governar-se
pelos próprios meios e tomar decisões livremente. Esta pesquisa teve por objetivo analisar as representações sociais
elaboradas por enfermeiros sobre as dificuldades para estabelecer uma autonomia profissional no cuidado às pessoas com feridas.

Trata-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória, delineada a partir da teoria de representações sociais em sua abordagem processual, realizada com 31 enfermeiros que desempenhavam suas funções em um hospital público municipal do estado do Rio de Janeiro. As entrevistas foram transcritas e submetidas à análise de conteúdo temática, instrumentalizada pelo software Nvivo 10.

No pensamento social dos enfermeiros, se a ausência da comissão de curativos, a indisponibilidade de produtos variados para coberturas, o cerceamento da liberdade de atuação pela instituição e a ausência de protocolos prejudicam a plenitude da autonomia profissional, este quadro pode ser revertido pelo estabelecimento da comissão de curativos, fornecimento de coberturas para eles, provimento da liberdade de atuação hospitalar e desenvolvimento de protocolos institucionais.

Os enfermeiros percebem fatores que podem dificultar o exercício da autonomia profissional, mas que podem ser solucionados, dependendo das modificações realizáveis no contexto institucional.

Conclui-se haver dualidade da instituição na representação social dos sujeitos, que a abordam ora como facilitadora da autonomia profissional, ora enquanto sua inibidora, baseando-se no contexto laboral que promovem aos enfermeiros em suas atividades junto a pessoas com lesões de pele.

 

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Feridas Na Visibilidade

Publicado no Portal Conexão Home Care.

No começo do mês aconteceu o VI Congresso Brasileiro de Prevenção e Tratamento de Feridas, trazendo o tema Feridas na Invisibilidade. Com importante repercussão no cenário nacional a sexta edição do congresso reuniu centenas de profissionais da saúde em torno das práticas que cercam os cuidados de saúde com lesões, seu manejo e as tecnologias atualmente disponíveis e aquelas que se avizinham como alternativas aos tratamentos.

Tão importante quanto as discussões em si a respeito das diferentes abordagens que cercam os cuidados com lesões, a exemplo das competências do profissional, a definição das tecnologias apropriadas, o manejo e tratamento de condições complexas e a introdução, cada vez mais rápida, de insumos capazes de responder diferentes necessidades, o congresso coloca a especialidade feridas no centro das atenções da saúde pública e suplementar, doença de importante repercussão à medida que acomete milhares de pessoas, consome recursos de grande monta de pacientes e pagadores e pode levar o doente a óbito.

O conceito amplo de tratamento de feridas vem ocupando cada vez mais espaço nas discussões das equipes de saúde e principalmente das operadoras de planos, no que diz respeito à necessidade de oferecer um nível de atenção com foco na lesão e nas comorbidades do doente que ocasionam a ferida e muitas vezes a estaciona em determinado estágio, além do que nas ações preventivas e ao fato de que os custos do tratamento, com a introdução de muitas tecnologias, estão em uma ascendente.

Tratar feridas não é realizar curativo. Este último é uma ação dentro do processo de tratamento de feridas e em geral uma das últimas entregas desse processo e da conduta em si. O que se tem observado e que está em processo de mudança é exatamente essa distinção entre a especialidade feridas, a complexidade de se estabelecer um conjunto de condutas assertivas aos cuidados de uma lesão complexa, e o simples ato de uma troca de curativos.

É uma discussão que não se esgota com o encerramento do congresso. Este é o ponto de partida para que entendamos a necessidade da repercussão do tema de maneira ampla e principalmente à parte mais interessada, o paciente. São poucos os doentes que conhecem e buscam profissionais especializados em tratamento de feridas. Os pacientes, em especial aqueles da saúde suplementar, ainda estão soltos em um sistema compartimentado, em geral entendem como porta de entrada para suas lesões o ambulatório de um hospital, especialidades médicas da Dermatologia e da Cirurgia Vascular, uma indicação de um familiar, mas desconhecem que o tratamento de feridas é uma especialidade da enfermagem e que essa se incumbe de interagir com outras áreas da saúde para definir o tratamento apropriado.

Tratar feridas é uma especialidade interdisciplinar que tem como personagem central a enfermagem, interagindo com diferentes profissionais da saúde a fim de estabelecer o conjunto de cuidados mais apropriado ao doente. Nesse sentido pode e deve interagir, quando necessário, com médico, fisioterapeuta, nutricionista, fonoaudiólogo, com colegas, entre outros.

Aos poucos o mercado tem apresentado iniciativas e unidades apropriadas aos cuidados de feridas que revelam a repercussão que o tema tem para a saúde e para a gestão dos custos. A conhecida frase “tratar feridas é um procedimento caro” está repleta de vieses, pois o que torna um tratamento caro é a falta de conhecimento (que inclusive coloca em risco o doente) e a utilização de estruturas de alto custo, que acabam por encarecer o serviço.

Em novembro de 2018 acontece a próxima edição do congresso e até lá há muita coisa para se construir.

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Fitoterapia: Plantas medicinais indicadas para cicatrização de feridas

A fitoterapia é o ramo da medicina que utiliza plantas medicinais e fitoterápicos para o tratamento das enfermidades, conforme definido na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares – PNPIC, no Sistema Único de Saúde (SUS).

A fitoterapia é uma terapêutica caracterizada pelo uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas, sem a utilização de substâncias ativas isoladas, ainda que de origem vegetal. O uso de plantas medicinais na arte de curar é uma forma de tratamento de origens muito antigas, relacionada aos primórdios da medicina e fundamentada no acúmulo de informações por sucessivas gerações.

Entre as plantas medicinais indicadas para cicatrização de feridas, com comprovadas ações, se destacam:

  • Anacardium occidentale L.(cajueiro)
  • Caesalpinia ferrea Mart. (pau-ferro)
  • Casearia sylvestris Sw. (guaçatonga)
  • Schinus terebinthifolia Raddi (aroeira)
  • Stryphnodendrom adstrigens (Mart.) Coville (barbatimão)
  • Calendula officinalis L. (calêndula)
  • Polygonum punctatum Elliott (erva-de-bicho)
  • Coronopu didymus (L.) Smith (mastruço)
  • Aloe Vera (L.) (babosa)
  • Helianthus annuus (girassol).

Podem ser utilizadas por meio de muitas formas farmacêuticas, disponibilizadas na Fitoterapia, tais como: preparações extemporâneas (infusão e decocção – chamados popularmente de chás), tinturas, gel, creme, pomada, óleo.

A Resolução RDC n10, de 9 de março de 2010 apresenta uma lista de plantas medicinais, com informações sobre nome científico, popular, indicação, modo de uso, contraindicações, interações medicamentosas e efeitos adversos para preparações extemporâneas.

O municipio de Betim (MG), de Londrina (PR) e o Formulário Nacional de Fitoterápicos, apresentam alguns protocolos de fitoterapia de enfermagem com formulações para o tratamento de feridas. Conheça:

Creme de Barbatimão 10% + Óleo de Girassol – 60g

  • Indicação: Cicatrização de feridas em fase de granulação e escoriações.
  • Modo de usar: aplicar no local afetado 2 a 3 vezes ao dia, após higienização com solução fisiológica. Alerta quanto ao uso em idoso, pois pode provocar o aparecimento de fibrina.

Creme de Calêndula 5% + Barbatimão 5% – 30 e 60g

  • Indicação: Cicatrização de feridas que apresentem pequeno processo inflamatório e inicio de fase de  granulação; úlceras de decúbito fase II (ferida); feridas com hiperceratose.
  • Modo de usar: aplicar no local afetado 2 a 3 vezes ao dia, após higienização com solução fisiológica

Óleo de Girassol – 100ml

  • Indicação: Úlceras abertas com ou sem inflamação, cobertura primária em curativos (embeber a gaze)
  • Modo de usar: Aplicar na lesão, após assepsia, uma a duas vezes ao dia, ou a cada troca de curativo.

Creme de Calêndula a 10%:

  • Indicação: Dermatites de contato, inclusive dermatite de fralda ou amoniacal; dermatites eczematosas; feridas com processo inflamatório intenso; feridas em fase proliferativa com pouco ou nenhum exsudato; fístula extra bucal com secreção, processos inflamatórios na face (impetigo nasal, ressecamento perilabial, eczemas, dermatites, abrasão por trauma)
  • Modo de uso: aplicar no local afetado 2 a 3 vezes ao dia após higienização com solução fisiológica.

As plantas medicinais podem ser uma alternativa de grande relevância para o processo de cicatrização de feridas, que começam a fazer parte da atenção à saúde brasileira, considerando que seu uso seja validado por estudos para verificar seu potencial cicatrizante, comprovação clínica, custos e benefícios, e a constante atualização acerca das publicações realizadas.

Antes de iniciar qualquer tratamento, entretanto, é recomendado procurar um médico ou um profissional da saúde para auxiliar na definição da melhor conduta para o tratamento e acompanhar a evolução.


Fontes:

  • Telesaúde Santa Catarina

Bibliografia recomendada

  1. Piriz MA, et al. Plantas medicinais no processo de cicatrização de feridas: uma revisão de literatura.Rev. bras. plantas med. [online]. 2014; 16 (3): 628-636. ISSN 1516-0572.  Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/1983-084X/12_178. Acesso em: 29 jan 2015.
  2. Brasil. Resolução RDC nº 10, 9 de março de 2010.  Acesso em: 29 jan 2015.
  3. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p. Acesso em: 29 jan 2015.
  4. SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE BETIM. DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Protocolo de enfermagem de fitoterapia. Acesso em: 29 jan 2015.
  5. LONDRINA. Prefeitura do Município. Autarquia Municipal de Saúde. Fitoterapia: protocolo/. Prefeitura do Município – 3. ed. – Londrina, Pr. 2012. 99. Acesso em: 29 jan 2015.
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II WOKSHOP ABORDA TRATAMENTO DE QUEIMADOS

Realizado no último dia 23, no auditório do IMP Concursos (unidade Sudoeste), a segunda edição do Workshop de Feridas reuniu 208 participantes profissionais de enfermagem, da saúde, fisioterapeuta e estudantes, que tiveram a oportunidade de aperfeiçoar conhecimento na área de tratamento de feridas, em especial de queimados.

Essa edição trouxe como tema o tratamento de queimados e sua reabilitação, áreas que tem despertado cada vez mais o interesse dos profissionais de enfermagem e fisioterapeutas.

Organizado pelo CENFE com apoio institucional do Coren-DF e da Faculdade UnyLeya o evento consolida o objetivo do Centro de Feridas de trazer periodicamente aos profissionais de saúde discussões acerca do universo do tratamento de feridas.

A evento contou com palestras das enfermeiras Daniela Borges Matias, que atua na Unidade de Queimados do Hospital HRAN, e Camila Gotelip Tebas Aprigio, especialista em Enfermagem Dermatológica e em Saúde da Família, e pelas Fisioterapeuta Denise Rabelo, especialista em Ortopedia,Traumato e Reumatologia, da Unidade de Queimados do Hospital HRAN e Geisa Rabelo, especialista em reabilitação de queimados pelo Hospital Sírio Libanês.

O evento foi marcado pela presenta da Responsável Técnica do CENFE, Mariana Rosalino, enfermeira, que abriu as turmas do workshop e conversou com os participantes durante o evento.

“Agradecemos a participação de vocês nessa segunda edição do workshop de feridas. Sabemos que esse é um tema importante para os profissionais de saúde, especialmente os de enfermagem, por isso essa edição consolida nosso objetivo de trazer conhecimento para o mercado”, comentou Mariana.

Define-se por queimadura o trauma grave, com repercussões sociais, econômicas e de saúde pública que necessita da atenção de órgãos governamentais. Para a Daniela Matias a queimadura está entre as principais causas de morbidade e mortalidade, sendo um trauma de grande complexidade e de difícil tratamento.

“A queimadura está entre as principais causas de morbidade e mortalidade, sendo um trauma de grande complexidade e de difícil tratamento.”

O CENFE começa a organizar a III edição do Workshop de Feridas e o I Curso de Feridas aprofundado para profissionais que busquem consolidar conhecimentos na área. Mais informações pelo email administrativo@cenfewc.com.br

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Cartilha de Tratamento de Queimaduras

Por: Ministério da Saúde.

No Brasil, as queimaduras representam um agravo significativo à saúde pública. Algumas pesquisas apontam que, entre os casos de queimaduras notificados no País, a maior parte ocorre nas residências das vítimas e quase a metade das ocorrências envolve a participação de crianças. Entre as queimaduras mais comuns, tendo as crianças como vítimas, estão as decorrentes de escaldamentos (manipulação de líquidos quentes, como água fervente, pela curiosidade característica da idade) e as que ocorrem em casos de violência doméstica. Por sua vez, entre os adultos do sexo masculino, as queimaduras mais frequentes ocorrem em situações de trabalho.

Os idosos também compreendem um grupo de risco alto para queimaduras devido à sua menor capacidade de reação e às limitações físicas peculiares à sua idade avançada. Já para as mulheres adultas, os casos mais frequentes de queimaduras estão relacionados às várias situações domésticas (como cozimento de alimentos, riscos diversos na cozinha, acidentes com botijão de gás etc.) e, eventualmente, até as tentativas de autoextermínio (suicídio).

Para saber mais sobre a cartilha Clique.

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Manual de Nutrição

Por: Sociedade Brasileira de Diabetes.

O padrão e o comportamento alimentar do indivíduo portador de diabetes mellitus estão seriamente comprometidos, sendo caracterizados pela prática de dietas restritivas e aleatórias, uso indiscriminado de produtos dietéticos e a adoção de métodos inadequados para controle da glicemia, redução e manutenção de peso.

Entende-se por padrão alimentar a composição de alimentos que constituem a dieta dos indivíduos, seu
aporte calórico, a distribuição de macro e micronutrientes e a adequação às necessidades fisiológicas. Os horários, a regularidade e a frequência das refeições também podem compor a caracterização do padrão alimentar.

Para saber mais, Clique

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Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde

Por: ANVISA.

Sabe-se que a infecção leva a considerável elevação dos custos no cuidado do paciente, além de aumentar o tempo de internação, a morbidade e a mortalidade nos serviços de saúde do país.

A principal finalidade desta publicação da Anvisa é contribuir para reduzir a incidência das IRAS em serviços de saúde, a partir da disponibilização das principais medidas preventivas práticas adequadas à realidade brasileira

Os tópicos são:

  • Medidas de Prevenção de Pneumonia Associada à Assistência à Saúde;
  • Medidas de Prevenção de Infecção do Trato Urinário;
  • Medidas de Prevenção de Infecção da Corrente Sanguínea;
  • Medidas de Prevenção de Infecção Cirúrgica.

Para ler o Manual completo,  Clique.

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Exercícios Físicos em Portadores de Neuropatia Diabética

Por: Scielo.

Em uma revisão sistemática, seguida de metanálise, foi verificado que 150 minutos de exercício físico aeróbio por pelo menos 12 semanas reduziram a hemoglobina glicada em 0,5% em pacientes com DM (Diabetes Mellitus).

Entretanto, existe uma grande limitação à prática de exercício físico, pois é quando ocorre o maior número de crises hipoglicêmicas.

Sendo assim, deve-se sempre orientar o paciente antes de realizar a atividade física.

As intervenções com exercícios físicos estão associadas a melhorias significativas no que se refere à força muscular, capacidade funcional e fadiga muscular.

Para acessar o estudo completo, Clique .

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Diagnóstico Precoce do Pé Diabético

Por: Sociedade Brasileira de Diabetes.

O pé diabético é conceituado no glossário do Guidance (Recomendações) 2015, do IWGDF (International Working
Group on the Diabetic Foot ou Grupo de Trabalho Internacional sobre Pé Diabético), como “infecção, ulceração e/ou destruição de tecidos moles associadas a alterações neurológicas e vários graus de doença arterial periférica (DAP) nos membros inferiores”. Os dados epidemiológicos são variados e denotam a diversidade regional dos desfechos
dessa complicação: em países desenvolvidos, a DAP é o fator complicador mais frequente, enquanto nos países em desenvolvimento, a infecção é, ainda, uma complicação comum das úlceras dos pés em pacientes diabéticos (UPD), resultando em amputações. A frequência e gravidade também deve-se a diferenças socioeconômicas, tipo de calçados usados e cuidados, que não são padronizados em escala nacional nesses países.

Para saber mais, acesse Clique.

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Workshop aborda aspectos históricos do tratamento de feridas

Na pré-história o homem já cuidava de feridas se utilizando das plantas”, assim deu início a enfermeira especialista Maria Izabel R. Pereira, que abriu o ciclo de palestras do I Workshop de Feridas sob o tema “Feridas e Feridos na História”, organizado pelo Centro Especializado no Tratamento de Feridas (CENFE) com o apoio institucional do Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal e da Faculdade Unyleya.

Realizado na última quinta-feira (16), no auditório do IMP Concursos (unidade Sudoeste), o I Workshop de Feridas reuniu 177 participantes entre profissionais de enfermagem, da saúde e estudantes, que tiveram a oportunidade de aperfeiçoar conhecimento na área de tratamento de feridas.

A evento contou com a presença das palestrantes Maria Izabel, enfermeira especialista em dermatologia, e Tatiana Araújo, nutricionista e gestora nutricional, que abordaram diferentes aspectos dos cuidados com lesões e as questões da interdisciplinaridade no tema. O evento foi marcado pela presenta do Diretor Técnico do CENFE, Dr. Igor Nunes, médico cirurgião vascular, e pela fala do Presidente do Coren-DF, Dr. Gilney Guerra, que conversou com os profissionais acerca da atuação da instituição e o seu papel como apoiadora e promotora de iniciativas de educação.

“Estamos felizes com adesão de todos vocês para esse tema que é o tratamento de feridas, um assunto importante para a saúde. Esta é a primeira iniciativa de um ciclo de atividades que desenvolveremos, com o apoio da comunidade”, comentou Dr. Igor Nunes durante a abertura do Workshop.

Os participantes puderam conhecer um pouco mais acerca do processo de cuidados com feridas, sobre seu processo de cicatrização e a importância do papel da enfermagem, imprescindível para a evolução de um tratamento efetivo, além das condições nutricionais que precisam ser alcançadas para o sucesso do tratamento. Ao final das aulas, os participantes receberam amostras de produtos utilizados nos cuidados com feridas.

Apoiadora do evento a Faculdade Unyleya colocou à disposição de todos uma Bolsa de Estudos com descontos de 50% para os cursos de pós-graduação nas áreas de saúde disponibilizadas pela faculdade.

As imagens do evento podem ser acessadas na página do CENFE no Facebook.

O II Workshop de Feridas acontece em março/2017. Interessados podem acessar www.cenfewc.com.br para realizar pré-inscrição.

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